Retratos da Madeira

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Trabalhos em madeira

Dino Gouveia considera-se um artista. Com as mãos faz trabalhos em madeira. "Tudo é fruto da imaginação, sem moldes nem desenhos, feito com amor e gosto" sublinha o carpinteiro e marceneiro madeirense. Desde muito cedo que nasceu o gosto pelos trabalhos em madeira.

Em entrevista à Rádio Cantinho da Madeira Dino explica que cada trabalho leva um tempo próprio. Uma peça pode demorar 3 meses até ficar concluída. Depende do “tipo de trabalho e das condições da madeira”. 

Realça ainda o facto de todo o material ser reaproveitado.

Dino Gouveia faz também pinturas a óleo, carvão e a grafite.

Contacto: 930 579 473

www.facebook.com/dino.gouveia.94

by Dino Gouveia

O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova homenageia no próximo dia 12 de junho Luís da Paixão Fernandes.

Obra de Vimes

A obra de vimes foi uma das principais indústrias da Madeira. A Camacha e a Boaventura (concelhos de Santa Cruz e S.Vicente, respectivamente) foram os principais centros de produção.

A par dos cestos agrícolas (utilizados nas vindimas por toda a ilha), há outros de utilidade doméstica, de todos os tamanhos e feitios. Um ramo também importante da obra de vime é a construção dos "carros do Monte". A par destes artefactos, existem ainda peças de mobiliário de todo o género, em especial cadeiras, canapés e mesas, bem como outras peças sem utilidade prática, que servem apenas como motivo decorativo.

Antes de serem usados para fazer cestos ou mobiliário, os vimes são fervidos para lhes conferir elasticidade e torná-los mais fáceis de manejar. É essa fervura que lhes dá uma cor acastanhada, em vez do branco de origem.

A maior parte da produção é hoje exportada, principalmente para a Europa e para os Estados Unidos.

Bonecas de Massa

A boneca de massa é outro atrativo dos arraiais que esteve em vias de desaparecimento, pois durante muito tempo a actividade não foi retomada pelos mais novos.

É feita à base de farinha, água, fermento, corante de ovo ou de tangerina e um pouco de sal. Os ingredientes são todos misturados e a massa resultante é guardada em saco de plástico. Uma pequena porção de massa é retirada e trabalhada manualmente de modo a dar vida à boneca tradicional.

São utilizadas sementes para os "olhos" e fitas coloridas para os cabelos e roupa.
Depois vai ao forno durante 20 minutos e está pronta a ser vendida ao cliente mais próximo.

A tradição das bonecas de massa foi recentemente retomada pela Casa do Povo do Curral das Freiras que convidou alguns habitantes da freguesia para aprenderem a moldar estas figuras. De modo a cativar os mais novos estão a ser feitos testes para o fabrico de bonecas com outros aditivos, como é o caso do chocolate e do cacau. 

» A homenagem a “Maria Salomé”

Importa recordar neste espaço o enorme contributo dado por Salomé Teixeira, infelizmente já falecida. É considerada um símbolo da arte popular madeirense.

Maria Salomé Teixeira era natural da freguesia do Caniço. Produzia as conhecidas bonecas de massa ou bonecas de maçapão. Maria Salomé nunca faltava a alguns arraiais em especial à Festa do Senhor Bom Jesus da Ponta Delgada.

 

O Festival decorre habitualmente no início de Agosto na Vila da Camacha. Uma freguesia que apresenta uma grande riqueza cultural, o que lhe confere uma identidade particular. Actualmente existem perto de 12 grupos ligados à música, a maioria ao folclore madeirense. 

Razões mais do que suficientes para tornar a Camacha o palco da música tradicional da Madeira durante o mês de Agosto. O Festival surge como oportunidade para projectar grupos folclóricos da Região e não só. Quem visita por esta altura, a Camacha pode também conhecer outros aspectos da cultura desta terra, nomeadamente o Artesanato, com destaque para os Bordados e Obra de Vimes. 
O Festival é apreciado por muitos emigrantes madeirense que se deslocam, por esta altura, à Região Autónoma da Madeira.

O Festival do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira tem por objetivo a promoção dos produtos que são imagem de marca da região e desta forma potenciar a comercialização.
O evento tem como destinatários o mercado interno mas também os turistas que passam pela Região Autónoma. Oportunidade para o contacto entre os potenciais compradores, os produtos e as empresas que os comercializam.
Este festival destina-se a todas as idades e inclui, rovas de vinho, ateliê para crianças, workshops, oficinas de artesanato (incluindo bordados, tapeçaria e pintura de azulejos).
A iniciativa acontece, em fins de fevereiro, nas instalações do Instituto do Vinho da Madeira, na Rua 5 de outubro. A entrada é gratuita.

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Cantinho da Madeira

O Cantinho da Madeira é um projeto direcionado para a comunidade lusófona criado em julho de 2006. O portal, sem fins lucrativos, contempla uma rádio online com programas regulares produzidos por portugueses na diáspora.
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