Madeira

  • 101.jpg
  • 106.jpg
  • 104.jpg
  • 100.jpg
  • 23A.jpg
  • 105.jpg
  • 107.jpg
  • 108.jpg
  • 109.jpg
  • 103.jpg
  • 110.jpg
  • 22A.jpg

A Camacha acolhe no final do mês de agosto uma festa singular. Trata-se da Festa das Raparigas Solteiras. É organizada por um grupo de raparigas de 20 anos da freguesia.

No entanto, de ano para ano, o número de jovens interessadas em organizar a tradicional festa tem vindo a baixar. Em 2015 apenas 5 raparigas decidiram "meter mãos à obra". 

A Festa das Raparigas Solteiras acontece na segunda feira seguinte à Festa do Santíssimo Sacramento.

A procissão é um dos pontos altos da festa, do ponto de vista religioso. As barracas, os espetáculos musicais e o teatro são outros motivos de interesse do arraial que conta com a presença de muitos emigrantes madeirenses.

A tradição remonta aos tempos em que a Camacha integrava a freguesia do Caniço. Na altura, a festa de Pentecostes acontecia ao domingo, no Caniço e na segunda-feira, na Camacha. A tradição não se perdeu com o tempo e ainda hoje se celebra a Segunda Feira da Camacha.

O Grupo de Folclore do Rochão foi fundado a 17 de dezembro de 1986 pela mão de Alexandre Rodrigues. Surge a partir da cisão com outro grupo, devido a discrepâncias relativamente à interpretação do folclore regional.
O grupo tem pugnado pelo aprofundamento das diversas valências de caráter etno-folclórico, desde: a dança, a música, o canto, o traje, entre outras.
Em 1989, a coletividade promoveu o primeiro intercâmbio com um grupo do continente português. A partir daí têm sido realizadas permutas quer com grupos nacionais, quer internacionais.

Grupo Rochao
Destaque para a realização de festivais de folclore bianuais, que já conta com a X edição a nível nacional e VIII a nível internacional, sendo o primeiro grupo, da região, a levar efeito um festival com esta dimensão.
Atualmente com 27 anos de história, o Grupo de Folclore do Rochão conta com 35 elementos e uma nova reestruturação, apresentando-se pronto para novos desafios com objetivo de preservar e recuperar a nossa identidade regional.

Principais canções e danças tradicionais

Brinco D´Oito
Jogo do Pau
Baile de Cócoras
Baile da Viuvinha
Charamba
Cantiga da carga

Trajes 

A indumentária do grupo de folclore assenta sobre três vectores:
- A evolução no tempo, do espaço e das circunstâncias sócio-económicas.
- Assim aparecem trajes desde finais do séc. XVIII, de todo o séc. XIX e princípios do séc.XX.
- Surgem também caraterísticas próprias do traje nos diversos sítios que compõem a Camacha e finalmente destacam-se pela  circunstância: de trabalho, pastores, domingueiros e de romaria.

Representações Nacionais


1989 – Festival de Fala/89 Coimbra
1993- Digressão à Serra da Estrela e ao Porto
1995- Digressão a Braga e de novo à Serra da Estrela
1996- Digressão ao Algarve
1998- Digressão a Viana do Castelo – Areosa
1999 – Açores – Ilha do Faial – Pedro Miguel
2002 – Viana do Castelo – Carreço/Areosa/Portuzelo/Perre/Gens/Bragança
2005 – Algarve – Lagos/Portimão

Representações internacionais: 
1991- Digressão a Múrcia/Espanha
2000 – Espanha – Madrid – Saragoça
2001 – Alemanha – Füssen – Munique
2003 – França – Clermont Ferrand/Dijon/Paris
2004 – Brasil – S. Paulo / Santos / Florianopolis / Campos Jordão / Barra Bonita / Santa Catarina (Encontro das Nações) e Rio de Janeiro
2006 – Itália – Basilicata – Cidade de Calvello – (Calvello IX Giornata del Folclore)

Outras actividades
Festivais Bianuais de Folclore VIII edição Nacional e VI edição Internacional
Comemoração dos Santos Populares – S. João da Eira da Cruz

Meia Valsinha


Publicações/Edições

CD-áudio “Meia Valsinha” em 2006

Baile de Cócoras

by Grupo de Folclore do Rochão

Entrevista

O Presidente do Grupo de Folclore do Rochão, Ricardo Baptista e António Correia, membro do grupo foram os convidados do Programa "Acerte e Ganhe" no Posto Emissor do Funchal. Emissão conduzida por João Luís Mendonça.

by Grupo Folclore Rochão

© 2015 Grupo de Folclore do Rochão
Caminho do Rochão nº 97 R/C, 
9135 - 362 Camacha, Madeira - Portugal
Tel: (+351) 960 084 463
E-mail: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. http://www.gfr.pt

Camachofones

"Tocar e alegrar quem passa na rua" é o lema do projeto Camachofones. O grupo organiza espetáculos de rua espontâneos em diferentes pontos da Ilha. Os elementos, na maioria, são oriundos da freguesia da Camacha.
Enquadram-se no estilo blue jazz com músicas originais e não só.
Destacam-se pelo presença do "Tubofone": instrumento peculiar composto por 6 tubos. O tamanho do tubo dá notas diferentes. Cativam turistas e residentes pela criatividade. Em mente está a intenção de percorrerem a Europa.
O Cantinho da Madeira registou, em vídeo, uma das atuações do grupo madeirense junto à Avenida Arriaga.


 

Obra de Vimes

A obra de vimes foi uma das principais indústrias da Madeira. A Camacha e a Boaventura (concelhos de Santa Cruz e S.Vicente, respectivamente) foram os principais centros de produção.

A par dos cestos agrícolas (utilizados nas vindimas por toda a ilha), há outros de utilidade doméstica, de todos os tamanhos e feitios. Um ramo também importante da obra de vime é a construção dos "carros do Monte". A par destes artefactos, existem ainda peças de mobiliário de todo o género, em especial cadeiras, canapés e mesas, bem como outras peças sem utilidade prática, que servem apenas como motivo decorativo.

Antes de serem usados para fazer cestos ou mobiliário, os vimes são fervidos para lhes conferir elasticidade e torná-los mais fáceis de manejar. É essa fervura que lhes dá uma cor acastanhada, em vez do branco de origem.

A maior parte da produção é hoje exportada, principalmente para a Europa e para os Estados Unidos.

A terra da cultura

Camacha: a freguesia, onde em 1875 se jogou futebol pela primeira vez, é composta por cerca de 7 500 habitantes. O folclore e o artesanato prendem as atenções dos visitantes e são o motivo de projeção internacional da Camacha. O reconhecimento pelo desenvolvimento da freguesia aconteceu em julho de 1994, altura em que a Assembleia Legislativa da Madeira aprovou a elevação da Camacha a Vila.

Ao nível do artesanato a Vila identifica-se pelas tradicionais peças em obra de vimes reconhecidas praticamente em todo o mundo. Um trabalho minucioso que infelizmente tem vindo a desaparecer. Há cada vez menos artesãos e os mais novos recusam seguir a profissão. O Bordado Madeira também tem expressão na freguesia.

O folclore é outro marco fundamental. Maria Ascensão, nascida na Camacha em Maio de 1926, foi uma figura incontornável na promoção do “bailinho”. Levou o folclore aos quatro cantos do mundo mantendo uma ligação especial com a comunidade emigrante. A “alegre cantadora”, como era conhecida, faleceu em março de 2001.

Anualmente, no mês de agosto, o Largo da Achada recebe o “Festival de Arte Camachense”, onde se inclui a Gala de Folclore “Maria Ascensão”. Uma oportunidade para divulgar os diversos grupos culturais existentes na Camacha.

A Festa da Maçã é outro dos eventos da freguesia. Acontece no mês de outubro como forma de homenagear os produtores da Camacha e garantir um maior escoamento do produto. A criação de novos pomares abre boas perspetivas em relação ao futuro.

Page 1 of 2

Madeira em Vídeo

Cantinho da Madeira

O Cantinho da Madeira é um projeto direcionado para a comunidade lusófona criado em julho de 2006. O portal, sem fins lucrativos, contempla uma rádio online com programas regulares produzidos por portugueses na diáspora.
Somos Marca Nacional com registo na Sociedade Portuguesa de Autores.

Nossos visitantes

6711069
HojeHoje4445
OntemOntem5247
Aviso! Este site utiliza cookies para melhorar e personalizar a navegação dos utilizadores. Cookie policy. I accept cookies from this site. Agree