CARNAVAL

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Câmara de Lobos

Reza a história que João Gonçalves Zarco chegou pela primeira vez a Câmara de Lobos no ano de 1419 tendo o descobridor residido neste concelho até 1424, na conhecida zona do Ilhéu. 

No entanto, o município só foi fundado a 16 de Outubro de 1835.
A Vila de Câmara de Lobos foi elevada a Cidade a 3 de Agosto de 1996 por deliberação da Assembleia Legislativa da Madeira. No ano de 1950, Câmara de Lobos recebeu a visita do antigo primeiro-ministro britânico Winston Churchill.

A freguesia de Câmara de Lobos foi desde sempre um dos centros piscatórios da Madeira, com principal destaque para a captura do peixe-espada preto. Nas restantes freguesias procede-se ao cultivo de banana, a vinha (Estreito de Câmara de Lobos), a castanha no Curral das Freiras e as Cerejas no Jardim da Serra.

Localização

Fica localizado na costa sul da Madeira a aproximadamente 7 km a oeste do Funchal. É limitado pelos concelhos do Funchal, Ribeira Brava, São Vicente e Santana.

População: 35 230 habitantes (Censos 2011)

Área: 53 km2

Actividades Económicas

Além da pesca e da agricultura, foi criado o Parque Industrial da Zona Oeste onde estão implantadas algumas das principais empresas da Ilha.
Este concelho acolhe ainda diversas cooperativas agrícolas, uma fábrica de curtumes e empresas de produção, engarrafamento e comercialização de Vinho Madeira.

Oragos

São Sebastião, Nossa Senhora do Livramento, Nossa Senhora da Graça, São Tiago Menor e Nossa Senhora dos Remédios.

Feriado: 16 de Outubro

Calheta

É uma das mais antigas paróquias da Madeira, sendo mesmo uma das primeiras localidades a ser exploradas em termos agrícolas. Chegaram a existir 8 engenhos de cana-de-açúcar. Actualmente só 1 está em funcionamento. O concelho foi criado a 1 de julho de 1502 por Carta Régia de D. Manuel I, também conhecido pelo Venturoso
Neste concelho fixaram-se vários nobres, fidalgos e cavaleiros alguns dos quais viram os seus nomes perpetuados nas Lombadas, como por exemplo, Lombo do Doutor e Lombo do Atouguia.

A principal actividade económica continua a ser a agricultura em particular o cultivo da cana-de-açúcar e da banana. É na Calheta que se localizam alguns dos pólos de atracção turística, como é o caso da praia de areia amarela e o Centro das Artes - Casa das Mudas.

Localização

Está situado entre o sul e o extremo oeste da Ilha da Madeira.
A viagem entre a Capital e a Calheta, através das novas ligações viárias, está estimada entre os 25 e os 35 minutos. O concelho é delimitado pelo Porto Moniz, São Vicente e Ponta do Sol.

População: 11 920 habitantes (Censos 2011)

Área: 110 km2 é um dos municípios mais extensos da Região Autónoma

Festas e Romarias Principais

Entre as muitas festividades religiosas e profanas, destacam-se: a Festa do Pêro, em Setembro na Ponta do Pargo; o arraial do Loreto, a 8 de Setembro no Arco da Calheta e o Encontro de Grupos Corais na Calheta.

Oragos

Nossa Senhora das Neves; Espírito Santo; Senhor de São Brás; Nossa Senhora da Graça; São João Baptista; Nossa Senhora do Rosário; Santo Amaro e São Pedro.

Feriado: 24 de Junho (Dia de São João)

O povo português sempre dedicou grande devoção à Imaculada Conceição, Padroeira e Rainha de Portugal. Celebra-se a Pureza e Santidade da Virgem Santíssima, concebida sem “mácula” do pecado original.

O culto à Imaculada Conceição foi oficializado por D. João IV, primeiro rei da dinastia de Bragança. Desde então o dia passou a ser feriado nacional.

Do norte ao sul do País são muitas as tradições que lhe estão associadas, como parte da vida cristã e cultural dos católicos portugueses. Na Madeira, a Senhora da Conceição é padroeira de três paróquias: Machico, Porto Moniz e Conceição, na Ponta do Sol. Em homenagem foram construídas, desde os primórdios do povoamento da Ilha, perto de 20 capelas.

Em todas as paróquias da Região são celebradas eucaristias em louvor à Imaculada Conceição.

» A Senhora do Advento

A Virgem Maria, Imaculada Conceição, celebra-se, a 8 de dezembro, no início do Advento, um dos “tempos fortes” do ano litúrgico. Neste período, a comunidade católica madeirense assinala a “festa” que não é mais do que a preparação para o Natal.

É, claramente, o tempo de Maria. Na Região Autónoma da Madeira acontecem as “Missas do Parto”: uma das maiores manifestações da religiosidade. Destinam-se a invocar os nove meses de gravidez da Virgem Maria.

No final de cada celebração religiosa entoa-se um cântico caraterístico e único na Região:

Virgem do Parto, oh Maria,

Senhora da Conceição,

Dai-nos as festas felizes,

A paz e a salvação.

Natal Madeirense

O Natal é a principal festa da tradição madeirense. Por essa razão, nos meios rurais este período é referido apenas como a “Festa” evidenciando a importância do Natal para a grande maioria da população. É comum ouvir-se a expressão: “Estamos quase a chegar à Festa”.

Os preparativos para o Natal começam bem cedo. Em muitos lares é hábito as famílias procederem a uma limpeza profunda das casas e até pequenos retoques ao nível de pintura não são esquecidos. Começa também a confeção de diversas iguarias e doces, nomeadamente o afamado bolo de mel, as broas, os licores caseiros e mais tarde a carne de “vinho-e-alhos”: um dos pratos mais afamados da culinária madeirense.

Os estabelecimentos comerciais antecipam-se à quadra e já no mês de Novembro, ou até antes, as montras das lojas ficam engalanadas para atrair os clientes e os artigos próprios da época começam a ser vendidos. As ruas ganham nova dinâmica que se prolonga até ao início de Janeiro, uma vez que as festividades do Natal surgem associadas às manifestações de regozijo pela chegada do Ano Novo.  

Deste modo, as tradições da “Festa” seguem um ritual que se inicia com as iluminações e termina com o Dia de Reis, a 6 de Janeiro.

Festa da Castanha

Com o Outono chegam também as primeiras castanhas.

A maior parte da produção regional está concentrada no concelho de Câmara de Lobos, em particular na freguesia do Curral das Freiras.

Continua a ser fonte de rendimento para muitas famílias que se dedicam à apanha da castanha entre outubro e novembro. Uma tarefa que passa de geração em geração.

A apanha

A apanha é um dos pontos altos que junta nos terrenos familiares e amigos para uma tarefa que exige alguma paciência mas também muitas cautelas.

Tudo começa em finais de Outubro com o “varejar” dos castanheiros. Não é mais do que abanar os ramos das árvores para que os ouriços sejam lançados para a terra. No caso dos castanheiros mais antigos e altos é necessário subir ao castanheiro e com a ajuda de uma vara provocar o desprendimento dos ouriços. A tarefa obriga a segurança reforçada: primeiro porque alguns castanheiros podem ultrapassar os 10 metros de altura e depois porque o ouriço pode provocar ligeiros ferimentos quando atinge directamente o homem.

Segue-se a tarefa árdua de retirar as castanhas do interior dos ouriços. Pode parecer complicado mas na verdade a experiência dos agricultores torna o trabalho mais ágil. A textura agressiva dos ouriços parece não prejudicar e aos poucos as castanhas vão sendo colocadas em “sacas” para posterior comercialização.

A festa

A tradição repete-se anualmente a 1 de Novembro. Desde 1987 a castanha é rainha no Curral das Freiras. No centro da freguesia são montadas pequenas barracas para venda do produto fresco bem como os seus derivados.

A castanha é utilizada na confecção de sopa, doces, bolos, licores, na guarnição de pratos e, em alguns casos, serve também de alimento para os animais.

Mais conhecida é a castanha assada em potes de barro e vendida à dúzia em vários locais da Ilha. Em alguns pontos da ilha realizam-se os chamados “Magustos” que não são mais do que convívios com familiares e amigos que à volta do braseiro apreciam as castanhas assadas.

Uma diversidade de opções apreciada por centenas de residentes e turistas que enchem as ruas do Curral das Freiras no primeiro dia de Novembro. Saboreiam as variedades gastronómicas ao som de música regional a cargo de bandas e de grupos de folclore convidados para o evento.

A época das castanhas coincide também com as festividades de São Martinho, celebrado a 11 de Novembro. Por isso é comum ouvir-se na boca do povo a expressão: “Pelo São Martinho, nozes, castanhas e vinho.”

Encontro Regional de Bandas

Este evento cultural acontece anualmente no mês de Outubro na vila da Ribeira Brava. Foi criado como medida de salvaguarda do importante património musical da Região e para prestar o reconhecimento público da extraordinária colaboração oferecida pelas nossas Filarmónicas em prol das iniciativas públicas de animação e sobretudo na alegria inconfundível que imprimem aos típicos arraiais madeirenses.

Realiza-se um desfile de todas as bandas através das principais ruas da referida vila. Segue-se a concentração na Marginal desta vila, em coretos individuais, onde cada banda apresenta um repertório, habitualmente com a duração de 10 minutos.

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Cantinho da Madeira

O Cantinho da Madeira é um projeto direcionado para a comunidade lusófona criado em julho de 2006. O portal, sem fins lucrativos, contempla uma rádio online com programas regulares produzidos por portugueses na diáspora.
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