Madeira

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Dia das Sete Senhoras

O 15 de Agosto ficou conhecido, em outros tempos, como o “Dia das Sete Senhoras”. Uma referência aos sete locais da Madeira onde se celebram as Festas Marianas que assinalam a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora.

A tradição mantém-se e, em alguns casos, as celebrações, são consideradas as mais importantes para madeirenses e porto-santenses.

As festas decorrem anualmente, nesta data, nas seguintes localidades:

Nossa Senhora do Monte: freguesia do Monte (Funchal) e no sítio dos Lamaceiros (Porto Moniz);

Nossa Senhora da Graça: freguesias do Estreito da Calheta, Estreito de Câmara de Lobos e ainda no sítio da Graça (Porto Santo);

Nossa Senhora da Guadalupe: freguesia do Porto da Cruz;

Nossa Senhora da Ajuda: Serra de Água

As novas acessibilidades permitem aos forasteiros levar viatura própria quase até às “portas” do arraial. No passado os forasteiros vinham a pé de vários cantos da Ilha.

Em todos os casos a celebração religiosa é complementada com o típico arraial madeirense sendo, por vezes, a maior festividade da localidade por coincidir com a padroeira da freguesia ou sítio.

» Arraial do Monte

É o arraial de maior destaque no mês de agosto. Celebra-se a padroeira do Funchal e de toda a Diocese. Mais do que uma tradição, que se arrasta há largos anos, é acima de tudo uma manifestação de fé que atrai milhares de pessoas ao centro da freguesia. A festa estende-se do Largo da Fonte às Babosas, conhecida pela Capela destruída durante o temporal de fevereiro de 2010 (um novo projeto será erguido no mesmo local).

O ponto alto acontece na véspera, a 14 de agosto. Antigamente os romeiros vinham a pé, em romagem. Agora chegam de viatura particular, de autocarro e mais recentemente há quem opte por se deslocar ao arraial através do Teleférico que liga o Almirante Reis às Babosas. Um meio de transporte mais cómodo libertando o visitante dos problemas de estacionamento, sempre evidentes neste tipo de arraial.

A Festa fica marcada pela forte animação promovida, de forma espontânea, por grupos improvisados que ao som do acordeão, rajão e de outros instrumentos musicais, interpretam quadras ao desafio que chamam a atenção dos que por ali passam. Assim se justifica a expressão popular “No dia 15 de agosto, todos os caminhos vão dar ao Monte”.

As ornamentações merecem particular atenção complementadas com as tradicionais barracas de comes e bebes. A espetada, o bolo do caco e as típicas sandes de carne de vinho e alhos marcam presença obrigatória no arraial.

No dia seguinte a vertente religiosa destaca-se. É o culminar das novenas que antecedem o 15 de agosto (nove eucaristias que servem para preparar a festa). A cerimónia religiosa é presidida pelo Bispo da Diocese do Funchal. É também neste dia que os fiéis pagam as promessas. Alguns percorrem de joelhos as dezenas de degraus que dão acesso ao templo. As velas multiplicam-se bem como outros artigos em cera.

» Arraial da Graça

No Porto Santo o Arraial da Senhora da Graça é dos mais fortes da Ilha. Esta Festa está para o Porto Santo como o Arraial do Monte para o Funchal. No dia 14 de agosto é obrigatório subir à ermida da Graça. Um encontro da fé e da tradição.

A iluminação desce pela montanha ao longo de 500 metros aproximadamente. Na estrada empedrada juntam-se as barracas com as comidas e bebidas tradicionais. A Festa tem a particularidade de reunir os residentes mas também as centenas de pessoas que se encontram de férias na ilha, no mês de agosto. No dia seguinte é celebrada a Eucaristia seguindo-se a Procissão.

Nas restantes localidades da Ilha a Solenidade é assinalada de idêntica forma colocando em evidência a devoção do povo madeirense e de muitos emigrantes de passagem pela Região Autónoma.

Dia do Emigrante

É uma homenagem da Casa do Povo da Ilha, em Santana, aos emigrantes madeirenses espalhados pelo mundo e que nesta altura do ano optam por visitar a terra Natal. 

O programa contempla conferências, folclore, música, teatro e dança.

Este reencontro com as raízes, para além de homenagear os emigrantes pela ação dinamizadora no desenvolvimento e progresso da comunidade, pretende promover e demonstrar o que de melhor se faz ao longo do ano na Região, e principalmente, na Freguesia da Ilha.

De referenciar que o Dia do Emigrante é um dos principais cartazes localidade e um dos eventos de referência para as Comunidades Madeirenses espalhadas pelos quatro cantos do mundo, pelo que tem sido motivo de crescente atração popular ano após ano.

 

Noites da Promenade

É uma espécie de Semana Gastronómica, que se realiza todos os anos na Promenade no Caniço-de-Baixo, concelho de Santa Cruz.

A iniciativa conta com a participação de vários conjuntos musicais, e com a presença de alguns hotéis, restaurantes e pizzarias daquela cidade. Com o passar dos anos, o certame tem vindo a transformar-se num autêntico arraial madeirense, atraindo também muitos turistas.

Mostra da Ginja

A freguesia do Curral das Freiras recebe no mês de Julho a Mostra da Ginja.

O objetivo é divulgar este fruto típico daquela freguesia pertencente ao concelho de Câmara de Lobos. O fruto é colhido algumas semanas depois da apanha da cereja.

É vendido diretamente mas pode também ser utilizado na elaboração de bolos e licores. A tradicional "Ginja" é a mais conhecida dos madeirenses e turistas que por aqui passam.

O Festival Regional de Folclore começou por ter apenas 24 horas. Mas com o avançar dos anos, mais grupos folclóricos juntaram-se a esta iniciativa, obrigando a organização a alargar o período de festa.

Atualmente, o Festival Regional de Folclore, mais conhecido por 48 horas a Bailar, inicia-se na sexta-feira e termina no domingo, ocorrendo muita animação musical, com destaque para a discoteca ao ar livre na noite de sábado e para o festival regional de folclore.

Esta é também uma oportunidade para demonstrar muitas especialidades gastronómicas e aspetos culturais e tradicionais do Concelho de Santana. Para o efeito são montadas várias barraquinhas de comes e bebes.

A iniciativa é organizada, anualmente, pela Casa do Povo da Boaventura, em São Vicente. De ano para ano, outras freguesias da Ilha têm vindo a juntar-se a este certame aumentando, desta forma, a variedade de sopas tradicionais madeirenses.

Em algumas edições, a Feira conta com cerca de 30 sopas diferentes (couve, tripas, abóbora, boganga, cebola, castanha, etc). 

Habitualmente, milhares de pessoas, deslocam-se a esta freguesia do norte da Ilha para apreciar as iguarias ao som de música tradicional. Destaque também para a participação de vários grupos corais da Região Autónoma. Uma oportunidade para proporcionar o convívio entre os vários elementos dos grupos participantes na Feira das Sopas do Campo.

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