Madeira

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Encontro de Romagens

O centro da Ribeira Brava recebeu a 26 de Dezembro de 2010 o 2ª Encontro de Romagens e Romarias do Natal.

Pelo palco desfilaram cerca de 200 pessoas oriundas de diferentes freguesias e sítios do Concelho. À festa juntaram-se também os mascarados. O Grupo Alegria de Viver tentou, desta forma, recordar a tradição de sair à rua disfarçado na primeira oitava do Natal.

Uma espécie de antecipação do Carnaval.

O vale que atravessa a freguesia é a imagem de marca da freguesia da Ribeira Brava. A ribeira nasce a mais de 300 metros de altura e tem 8 quilómetros de percurso. Em termos históricos saliente-se que a Ribeira Brava foi elevada à categoria de vila em 1928. Tem 18 km2 e uma população a rondar as 6 500 pessoas.

Nesta freguesia poderá visitar a Igreja de São Bento. É considerado um dos mais antigos templos rurais desta diocese, tendo passado por diversos acrescentos e modificações, mas a primeira edificação não deve ser posterior à segunda metade do século XVI.

É nesta freguesia que se realiza uma festa bem popular: a de São Pedro.

Serra de Água

O nome desta freguesia deve-se aos mecanismos (engenhos mecânicos) que utilizam a força de uma das ribeiras que desagua na Ribeira Brava. Como freguesia, a Serra de Água foi estabelecida em 1680. Está implantada no sopé de altas montanhas muito apreciadas por quem nos visita.

Anualmente, no mês de Janeiro, realiza-se a Mostra de Artesanato na Serra d´Água também conhecida por Feira da Poncha.

A população residente é de 1048 pessoas (Censos 2011).

Campanário

É a segunda freguesia mais populosa do Concelho da Ribeira Brava. De acordo com os últimos Censos a freguesia é composta por 4 471 pessoas. O seu nome está associado aos descobrimentos. 

Reza a história que os navegadores ao passarem pelo Cabo Girão, no século XV, viram um pequeno Ilhéu que lhes pareceu ter a forma de campanário que surgia entre o mar do litoral sul da ilha. Alguns anos depois, esta localidade passou a chamar-se Campanário.
A produção de cereais (trigo e centeio) foi, em tempos, um dos pontos fortes desta freguesia. Durante alguns anos até ocorria exportação destes produtos para o norte de África.

Atualmente a pacata freguesia tem como atividades económicas, a agricultura e o pequeno comércio afetado com a construção da via rápida. O percurso antigo pela estrada regional passou a ser uma segunda opção para a grande maioria das pessoas que se desloca à Ribeira Brava. Graças à Via Rápida é possível chegar do Funchal ao Campanário em menos de 10 minutos, em viatura particular.

A título de curiosidade, saliente-se que a freguesia do Campanário esteve inicialmente integrada no concelho do Funchal até 1835. Mais tarde pertenceu a Câmara de Lobos e depois ao Concelho da Ribeira Brava.

Ribeira Brava

O povoamento da Ribeira Brava iniciou-se no século XV. É o concelho mais recente da Ilha. Foi fundado a 6 de Maio de 1914 graças aos esforços do Visconde Francisco Correia Herédia. Foi esta personalidade que apostou no desenvolvimento da Ribeira Brava, tais como no alargamento de ruas, construção de um teatro, e reedificação do forte de São Bento.

Graças à localização privilegiada, a Ribeira Brava é atualmente um ponto de passagem e um elo entre o Funchal e os restantes municípios a oeste da Ilha. 

Localização: Fica situado na costa sul da Ilha a oeste da Cidade do Funchal. É delimitado pelos concelhos de Câmara de Lobos, Ponta do Sol e São Vicente.

População: 13 232 habitantes (Censos 2011)

Área: 79 km2

Festas e Romarias Principais: a mais assinalada é a de São Pedro (29 de Junho)

Oragos: Santíssima Trindade, São Bento, São Brás e Nossa Senhora da Ajuda.

Feriado: 29 de Junho (Dia de São Pedro)

Este evento cultural acontece anualmente no mês de Outubro na vila da Ribeira Brava. Foi criado como medida de salvaguarda do importante património musical da Região e para prestar o reconhecimento público da extraordinária colaboração oferecida pelas nossas Filarmónicas em prol das iniciativas públicas de animação e sobretudo na alegria inconfundível que imprimem aos típicos arraiais madeirenses.

Realiza-se um desfile de todas as bandas através das principais ruas da referida vila. Segue-se a concentração na Marginal desta vila, em coretos individuais, onde cada banda apresenta um repertório, habitualmente com a duração de 10 minutos.

Arraial de São Pedro

A tradição cumpre-se. A vila da Ribeira Brava acolhe a festa em honra de São Pedro. É um dos maiores arraiais da Madeira visitado por milhares de pessoas, entre turistas, residentes e emigrantes.  É mesmo considerado o primeiro grande arraial de verão. Prova disso são as filas de trânsito e dificuldades de estacionamento. As marchas populares são um dos principais atrativos. As ruas são iluminadas e ornamentadas. Os foguetes fazem a delícia dos forasteiros. Um aspeto curioso é a instalação de barracas com comes e bebes no calhau. Um ambiente festivo que se prolonga noite fora.

Festa das Candeias

A tradição, pouco conhecida da maioria dos madeirenses, realiza-se anualmente, a 2 de fevereiro, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no sítio dos Zimbreiros, na freguesia da Tabua.

É organizada pelo povo da localidade e/ou, em alguns anos, por festeiros. O facto de acontecer no início do ano faz com que não seja muito frequentada por emigrantes madeirenses na diáspora. Por essa razão, a Senhora das Candeias é assinalada sobretudo pelos residentes na freguesia ou em localidades vizinhas.

A festa começa no primeiro dia de fevereiro com a novena celebrada pelo pároco local. À noite são distribuídas candeias aos forasteiros. De acordo com alguns moradores tratam-se de “velas fininhas que antigamente eram colocadas junto aos doentes em fase terminal”.

No dia seguinte realizam-se as cerimónias religiosas: a eucaristia seguida da procissão. A Capela e os arredores ficam engalanados para acolher os 2 dias de festa. Não faltam as barracas com comes e bebes e a música tradicional para animar o arraial.

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Cantinho da Madeira

O Cantinho da Madeira é um projeto direcionado para a comunidade lusófona criado em julho de 2006. O portal, sem fins lucrativos, contempla uma rádio online com programas regulares produzidos por portugueses na diáspora.
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