"De vez em quando o passado volta a bater-me de frente e faz mossa!
Insiste em me relembrar que confiei ingenuamente, dei incondicionalmente e me expus demasiado...
Quando ele chega assim sorrateiro no meio de um silêncio, ou de um pensamento mais vago,
abre feridas a céu aberto que pensava estarem saradas e cicatrizadas.
Deixa-me sentindo nua, descoberta!"
Acompanhe aqui a rubrica "Sinto, logo existo" da autoria de Rubina Barradas.








