A associação considera que esta prática, inspirada no conceito internacional de enshittification, constitui uma estratégia de negócio que prejudica os consumidores e maximiza lucros à custa da redução da qualidade. Entre os exemplos apontados estão plataformas digitais e serviços de telecomunicações que alteram condições, retiram funcionalidades ou encarecem o acesso a serviços anteriormente incluídos.
Perante este cenário, a DECO defende que o Governo deve proibir legalmente a deterioração das condições dos serviços contratados, impedir a remoção de funcionalidades essenciais após a fidelização e garantir que os consumidores sejam devidamente informados antes da descontinuação de serviços. A organização apela ainda aos consumidores para que reclamem sempre que verifiquem a redução da qualidade dos serviços.







