Segundo a acusação, deduzida no passado dia 4 de julho, o arguido, portador de anomalia psíquica grave, desferiu com o objeto em questão vários golpes na cabeça e na cara da vítima, causando-lhe morte imediata.
Na altura da abordagem pela PSP, o arguido atirou-se de uma altura de mais de 6 metros, o que dificultou a detenção e a imediata apresentação a interrogatório judicial, para aplicação da medida de coação.
Dadas as doenças psiquiátricas de que é portador, agravadas pelo consumo de substâncias psicoativas, o arguido apresenta compromisso cognitivo e de juízo crítico, o que o tornou incapaz para, na altura dos factos, avaliar a ilicitude do seu comportamento.
O arguido aguarda o julgamento em situação de prisão preventiva , que cumpre numa unidade prisional de psiquiatria. Caso o mesmo seja considerado inimputável perigoso pelo tribunal, será mandado internar em estabelecimento de cura, nos termos dos arts. 91º e segs. do Código Penal.
O inquérito esteve a cargo da unidade de Santa Cruz, do DIAP da Madeira, coadjuvado pela Polícia Judiciária, contando ainda com a colaboração da PSP e GNR.







