A informação foi avançada pela estação britânica ITV Channel.
De acordo com a mesma fonte, S.S., de 43 anos, terá utilizado os cartões bancários da vítima para efetuar dezenas de levantamentos em dinheiro e compras pessoais enquanto trabalhava para uma empresa de apoio domiciliário.
Segundo o tribunal, o dinheiro da pensionista foi gasto em artigos de luxo e bens pessoais, incluindo AirPods e um Apple Watch, além de cosméticos, roupa e outros produtos adquiridos em lojas da ilha.
Apesar de se declarar inocente, acabou condenada por um júri no Tribunal Real de Jersey, após cerca de cinco horas de audiência. Foi considerada culpada de 12 crimes: quatro por furto e oito por obtenção fraudulenta de bens.
Os crimes começaram menos de oito meses depois de a arguida ter iniciado funções na empresa e só terminaram quando familiares da idosa repararam em movimentos suspeitos nas contas bancárias.
Entre novembro de 2024 e março de 2025, o dinheiro da vítima foi usado em diversas compras. Na véspera de Natal, por exemplo, foram feitos gastos de várias centenas de libras.
Durante o julgamento, S.S. negou ter agido de forma desonesta e alegou que algumas compras aconteceram por engano, afirmando ter usado acidentalmente o cartão da idosa devido ao stress e à correria entre visitas domiciliárias. Também garantiu que os levantamentos em dinheiro tinham sido autorizados e posteriormente entregues à vítima.
No entanto, a acusação sustentou que o padrão repetido de gastos e levantamentos demonstrava claramente que a arguida utilizava o dinheiro da pensionista em benefício próprio.
Após a leitura do veredicto, o juiz classificou os atos como “um abuso de confiança”.
A sentença será conhecida a 24 de junho.
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