Uma das hipóteses mais prováveis é que se trate de velelas (Velella velella), organismos marinhos frequentemente confundidos com medusas. Apesar do aspeto semelhante, pertencem ao grupo dos hidrozoários e vivem à superfície do oceano, flutuando graças a uma pequena estrutura em forma de vela translúcida que aproveita o vento para se deslocar.
Conhecidas também como “barquinhos de São Pedro” ou “medusas à vela”, as velelas costumam aparecer em grandes quantidades quando correntes marítimas e ventos fortes as empurram para terra. Estes encalhes em massa acontecem em várias zonas costeiras do mundo, especialmente após mudanças no estado do mar.
Embora impressionem pelo número e pelo tom azul intenso, as velelas são geralmente inofensivas para os seres humanos.
O aparecimento no Porto Santo gerou curiosidade entre quem encontrou a praia transformada numa autêntica manta logo ao amanhecer, num cenário raro e inesperado.
Créditos: Telmo Telo
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