Extirpa a privacidade,
dilacera a fragilidade.
Desnuda a autoestima.
Transforma a feminilidade,
reconstrói as muralhas.
Reconquista territórios de tropas vencidas.
Refaz a intimidade e a autoimagem,
reinventa a convicção
Recorta, risca e ata…
Desata os nós da força interior.
Descarta os supérfluos sugadores do tempo
Enraíza a coragem.
Conforta na esperança de um Outubro Rosa
Sutura à resiliência,
a história, a convivência.
Um texto de autor desconhecido trazido à rubrica "Raíz do Pensamento" por Marco Barradas.








