Conhecido pela sua docilidade e pelo hábito invulgar de acompanhar o dono em festas e celebrações, Orelhinhas tornou-se presença habitual em momentos emblemáticos como a Festa da Flor, o Carnaval do Funchal, festas de final de ano e outras iniciativas públicas, onde despertava sempre sorrisos, pedidos de fotografias e gestos de ternura.
Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de pesar pela morte do animal, lembrado como um símbolo de carinho e alegria. “Foi um prazer tê-lo conhecido, tão fofo!!! Que descanse em paz e que o seu coração seja confortado”, escreveu uma utilizadora. Outra recorda: “Tive a sorte de o ter no meu colo, são momentos muito felizes que ficam para sempre”. Há ainda quem destaque a ligação das crianças ao coelho: “O meu menino adorava ver e pegar no coelhinho”.
A despedida mais emotiva partiu do próprio dono, Avelino Freitas, que escreveu nas redes sociais: “O Orelhinhas virou estrelinha. Adeus meu pequeno gigante”.
O nome Orelhinhas nasceu de forma espontânea. Segundo contou o dono, quando o coelho nasceu tinha as orelhas “maiores do que ele”, uma característica que enterneceu a família e acabou por dar identidade ao animal.
Num dos momentos mais recordados, durante o Carnaval do Funchal, Orelhinhas passou de colo em colo entre residentes e turistas, mantendo sempre a serenidade que o caraterizava. Entre fatos cintilantes, música e animação, o pequeno coelho destacou-se como um momento inesperado de doçura em plena folia.
A morte de Orelhinhas deixa saudade entre todos os que se cruzaram com ele. Mais do que um animal de estimação, tornou-se uma pequena celebridade, levando ternura por onde passava.







